TRAMA - robalo

voltar para menu

DICAS PARA A PESCA DO ROBALO

 

Como todos devem saber, os peixes baixam seu metabolismo no inverno o que faz com que fiquem lentos e não ataquem as iscas de maneira como gostamos de ver.. uma dica é envenenar o camarão D.O.A. Você irá tirar o anzol original, pegar um anzol de bass e estanho de solda em volta da haste do anzol para deixar a isca mais lastreada para ficar ao fundo. Muitos usam anzóis de jig e instalam uma garatéia no local do lastro original do camarão. A garatéia fica presa na haste do anzol do jig, sendo que o anzol do jig fica nas costas do camarão e a garatéia na barriga. Trabalho bem lento e com resultados na rodada.

 

Pescando com um amigo que considero especialista em em robalos, tomei um "banho" e consegui aprender, pelo menos teoricamente, três lições básicas: 1) O robalo se pesca em praticamente qualquer maré. Mas nas marés de quarto de lua, com a corrida menos intensa da água, fica barbaramente facilitado o trabalho das iscas artificiais. Diferentemente dos tucunarés, que são mais agressivos, para o robalo a isca tem que ser apresentada bem na cara do bicho e trabalhada quase que no mesmo local, "patinando", para se conseguir provocar o ataque. Nas marés de lua cheia ou nova, quando a maré "corre" muito, a pescaria quase que só é possível na proximidade dos repontos da cheia ou da baixa, momentos em que a correnteza diminui. 2) É F U N D A M E N T A L o trabalho do pescador para descobrir como o peixe está pegando, se na superfície, na meia água ou no fundo. As condições de pressão atmosférica, dia de sol ou nublado e maior ou menor transparência da água, combinadas de uma ou de outra forma (as possibilidades são imensas), provocam mudanças no comportamento do peixe. Se a gente não insistir e trabalhar em seqüência as iscas de superfície, meia água e de fundo, podemos abandonar um ponto promissor sem descobrir que o peixe estava lá e nós é que não levamos a isca até ele. Quando as primeiras ações acontecem, dá para começar a definir o "padrão de comportamento do dia" que deve mais ou menos se repetir em pontos similares. 3) A precisão dos arremessos é MUITO importante para o sucesso com os robalos. Nas condições em que pesquei com ele, nos mangues da região de Cananéia e Bertioga, cansei de "enfeitar" os galhos com minhas iscas penduradas e ficar segurando a vara no alto enquanto o marvado arremessava por baixo, bem lá no cantinho, e tirava dois ou três peixes...só depois que o lugar já estava varrido e que se chegava com o barco para tirar os brincos dos galhos. Cada vez que eu chego na beira d'água, tento repetir esses passos....e minhas pescarias tem melhorado sensivelmente.

 

A modalidade de pesca de robalo que mais gosto é a de praia. Os equipamentos sempre são os básicos de sempre mas com um detalhe.. chumbada oliva de aproximadamente. 50 gr ou de acordo com a força da correnteza e casting da vara.. anzol Suzuki e camarão vivo. O porquê da oliva, com a oliva a isca sempre ficará rodando e sempre se movimentando (não irá ficar em um ponto só com chumbada pirâmide) e outro detalhe que pode fazer a diferença é sempre dar uma recolhida bem lentamente, pois já fisguei robalos sempre nesse processo.

 

Quando pesco robalos na praia, geralmente são bons os dias de luas cheia e luas novas onde a maré sobe bastante fazendo assim, com que todos os peixes encostem mais para a praia. Nos rios de litoral, geralmente as mesmas luas são ótimas, principalmente nos últimos dias, onde a maré pode subir, mas de forma mais lenta, tendo as vezes, várias movimentações de sobe e desce tornando os peixes mais ativos. Muitos preferem também as marés de quarto pois a movimentação é menor.

 

É verdade que tem mudanças de lua para cada região na pesca de robalo. Em Cananéia, lua grande; em Bertioga, lua de quarto .

 

Para aqueles que gostam de utilizar iscas naturais, em especial o camarão vivo, informo q a oxigenação é um fator muito importante, porém, a mortalidade de camarões se deve a temperatura. Por essas e outras, sempre devemos trocar a água do recipiente e sempre administrar gelo num período de hora em hora. Uma grande dica para isto, além do gelo, utilizar além do oxigenador, água oxigenada e o que é bem válido, utilizar soro fisiológico misturado na água do recipiente. Isso faz com q os camarões durem mais tempo

 

Estruturas submersas como pedras, galhadas e embarcações afundadas são excelentes pesqueiros de robalos. Porém, outro pesqueiro submerso são os chamados "drop offs". Nessas localidades onde ocorrem mudanças abruptas de profundidade, robalos e outros predadores sempre estarão a espreita dos pequenos peixes como pequenas sardinhas, carapicus, amborês e outros. Se no rio principal houver um rio menor q deságüe nele, melhor ainda. Outra circunstância muito interessante, é quando na descida da maré, aparecem pequenos rios vazando do mangue. Arremesse a isca dentro do pequeno rio e venha recolhendo a isca fazendo com q a mesma seja parecida com um pequeno peixe q veio junto com a correnteza.

 

Nas minhas pescarias de robalos em mangues, pescando com iscas artificiais, tenho percebido que as melhores luas são as de quarto, crescente e minguante, uma vez que tanto a a subida quanto a descida da maré se faz de forma lenta, permitindo que se tenha condições de se trabalhar bem a isca artificial e sujando menos a água , o que já não acontece nas mares de lua, cheia e nova,que dificultam o trabalho da isca e na descida da maré a água fica impraticável e na subida entra tanto no mangue que fica difícil chegar nos robalos. 

 

O robalão no mar, até hoje só consegui acertar entre os meses de dezembro e fevereiro. Fora daí, conforme dois robaleiros especialistas, Isaías Baptista e Ednaldo Martini, fica mais na base da sorte de topar com um deles quase por acaso. Ou então na conjunção dos fatores maré, pressão e transparência da água (muito difícil de acertar as três), quando se consegue pegar bons robalos em pontos bem determinados como embocaduras de rio com pedras ou canal de boa profundidade, naufrágios mais ou menos próximos à praia e outras coisas assim. A maioria dos pescadores que descobrem esses bons pontos não abrem o bico de jeito nenhum e dou plena razão a eles. Já aconteceu comigo de entregar o ouro.....e devastaram a jazida!

 

... mas nestes meses indicados para o robalão no mar, temos de torcer por dias sem muitas chuvas pois ouvi pessoas dizerem q a salinidade da água também conta muito para o êxito da pescaria...

 

O Robalo na praia, é uma modalidade agradabilíssima.. geralmente para a pesca na praia, temos de observar algumas características como rios que cortam a praia com barras, pedras e outros. Quando pescamos na praia, devemos levar em conta pescar na vazante na boca do rio onde os maiores estarão sempre a espreita dos menores na descida da maré. Qndo pescamos na praia mas a uma certa distância do rio, devemos levar em consideração a subida da maré e sempre nas marés de luas grandes como cheias e novas. Devemos ter atenção especial também a água. Nos dias em q pesquei com o mar meio mexido e com a água "areiosa", nunca tive bons resultados. Compensação, em dias com a maré subindo bem e com água limpa, tive ações consecutivas, geralmente de trics e de um pevão de 1,5 kg

 

Complementando minha mensagem anterior, é interessante sempre utilizarmos duas varas. Antes de começarmos a pescar os robalos propriamente ditos, poderemos pescar com uma vara mais leve pequenos peixes como pequenas betaras e carapicus. Assim, junto do camarão vivo e corruptos para a isca na pesca do robalo, pode-se utilizar pequenos peixes vivos também .. e caso bata algum peixe na vara com estes pequenos peixes, pode ter certeza q é robalo de bom tamanho. Nos rios, canais, costões e baías, é interessante utilizar também estes pequenos peixes, mas no caso, peixes q sejam residentes destes locais como amborês, peixe rei, manjubas, barrigudinhos, savelhas, e por aí vai.. depende apenas do raciocínio e das condições q são oferecidas ao pescador..

 

Amigos, resolvi navegar pela internet afim de descobrir algumas informações sobre o robalo e achei um site bacana, tomem nota: http://www.terravista.pt/FerNoronha/2636/  vale a pena dar uma olhada! 

 

o DOA funciona.. ele pode ser arremessado diretamente sobre galhadas, pedras e o trabalho é de fundo, com pequenos toques e trabalho lento. Você poderá arremessá-los em drop offs também. Para dias mais frios, dá pra envenenar o DOA deixando a isca mais pesada para q atinja com mais velocidade as áreas mais fundas.

 

A PESCA DO ROBALO Robalo – Nome dado a várias espécies de centropomídeos marinhos, gênero Centropomus. Comuns em todo a costa brasileira, encontrados nas lagoas que comunicam com o mar, más podem subir os rios por grandes distâncias para desovar. Atinge mais de um metro de comprimento e citam-se casos de robalo de mais de 40 quilos, o que parece exagero devido a seu corpo esguio, mas não são incomuns robalos de mais de 20 quilos. Freqüenta fundos de baías, lagoas, manguezais, estuários de rios e costões oceânicos batidos pelas ondas. Alimenta-se de pequenos peixes e crustáceos, principalmente carapicús e camarões. É um dos peixes mais procurados por todos os “Pescadores Esportivos” pela violência de seu ataque à isca e pela inteligência que demonstra no combate após “ferrado”, tentando livrar-se do anzol. É também um dos favoritos na culinária pela excelência de sua carne. Na costa do Brasil são conhecidas cinco espécies do gênero, todas muito parecidas e de difícil identificação. No litoral de São Paulo os mais conhecidos são o Robalo Flecha e o Robalo Peva. É um belíssimo peixe, de corpo alongado, muito hidrodinâmico. A cor do dorso é de um castanho-escuro com reflexos azulados, cor essa que vai clareando para os flancos, já prateados, e termina no ventre, que é branco. A linha lateral é muito nítida. O robalo possui a cabeça um pouco grande em relação ao resto do corpo e a boca, bastante grande, permite-lhe engolir presas inteira, testemunhos da sua tremenda voracidade. Apesar de tudo, devemos ter sempre bastante cuidados em não lhe rasgar os lábios, pois são frágeis. O melhor é cansa-lo bastante antes de recolher a linha, mesmo que nos dê idéia de que o peixe já engoliu o anzol e que, portanto, está impossibilitado de se desferrar. O robalo é um peixe gregário, vivendo em grandes cardumes que estão permanentemente se deslocando. O tamanho normal é relativamente pequeno e exemplar com mais de 4 quilos são bastante raros. Peixe costeiro, que prefere as águas revoltas, as correntes, a rebentação das ondas e as pontas rochosas, o robalo gosta de caçar nos baixios, entre as grandes laminarias, autêntica »despensa» bem fornecida de crustáceos e pequenos peixes. Após muitos anos de prática e de observação dos pescadores, podemos afirmar que o robalo, nas suas viagens, segue sempre os mesmos itinerários e fazem sempre nas mesmas circunstâncias. Como por exemplo, um mesmo peixe caça sempre nos mesmos lugares ou rochedos, submersas duas horas antes do fim da vazante ou no estofo da maré baixa. Muitos pescadores pensam que o robalo é difícil de pescar, más é um erro! Desde que tenha fome, o robalo morde sempre. O único problema é que, hoje em dia está rareando. É um peixe caprichoso, e há dias em que não o conseguimos fazer que eles morder nossa isca, por mais atraente que seja, mesmo que seja um belo camarão branco legítimo vivo. Esse tipo de situação é muito mais raro na pesca de barco; por termos a possibilidade, de mudar facilmente para outros pesqueiros (locais de pesca). Como os pescadores de barco são gente que, normalmente, conhecem bem os locais de pesca, é raro voltarem da pesca de mãos abanando. Predador e caçador de superfície, quando persegue cardumes de peixes miúdos, o robalo também se alimenta no fundo, onde aprecia tudo que encontra: caranguejos, minhocas, camarões, moluscos, etc. As marés também têm enorme influência sobre a pesca. As de pequena amplitude e até os períodos de água parada são muito melhores do que as marés de grande amplitude. No entanto, no caso das marés grandes, existem exceções, e devo dizer que se pode fazer ótimas pescarias em dias desses. Normalmente, o robalo está mais ativo no período entre as duas últimas horas da vazante, o estofo da maré baixa (também conhecido como reponto de maré, ocorre entre marés, período em que não ocorre qualquer alteração na altura de nível) e as duas primeiras horas da enchente. E, em princípio, as marés da manhã são melhores do que a da tarde. A água demasiadamente cristalina, o mar muito liso e o calor também têm, porem, o condão de selar a bocó do peixe. Chegamos, a conclusão de que não há nada melhor do que um dia com uma ligeira brisa e uma água levemente agitada... Neste momento, podemos está pensando como é complicado saber quando é que se deve ir a pesca. Más não: no mar, o tempo muda com uma rapidez impressionante! Poderá acontecer de se passar manhãs ou tardes inteiras sem um único toque, mas não desespere. Em menos de meia hora, o tempo pode mudar, o mar levantar e, de repente... o peixe morder. Quem mais peixe pesca é quem vai mais vezes à pesca. Milagres não existem: há dias bons e maus, horas boas e más. Só quem lá vai é que aproveita! Existem diferentes métodos de se pescar o robalo basta o pescador esportivo modificar e adaptar essas técnicas a seu gosto, ao seu material e o local em que for pescar. Em Portugal – O termo designa outro peixe, da família dos Percídeos, o Labrax Lupus. O robalo, cujo nome científico é o moreno labrax, é um belíssimo peixe, de corpo alongado, muito hidrodinâmico. Na costa portuguesa encontram-se duas variedades de robalo: o «Legítimo» e a «Baila». Esse último mais longilíneo do que o primeiro, tem a boca pequena e o lábio inferior ligeiramente prógnato. O dorso, sarapintado de negro, faz lembrar o da truta. Preamar: Nível máximo de uma maré cheia. Baixa-mar: Nível de uma maré vazante. Estofo: Também conhecido como reponto de maré, ocorre entre marés, período em que não ocorre qualquer alteração na altura da nível. Sizígia: Maré de grande altitude.

 

MARÉS Um dos fatores de maior relevância na pesca do Robalo é a maré vejamos o porquê. O Robalo geralmente vai à caça durante a movimentação das águas e isto ocorre com a vazante ou a enchente das marés, os grandes Robalos Flecha já não buscam tanta movimentação de água, por isso, muitas vezes são pescados no Reponto da Maré, duas horas antes da maré parar de subir. A AMPLITUDE DA MARÉ - A melhor lua para pesca do Robalo é a que oferece a melhor Amplitude de Maré e isto, depende da Região onde se irá pescar: Cananéia seria o período entre o 3º ou 4º dia anterior e posterior a uma Lua Grande. Ex.: A Lua Cheia ou Nova muda dia 10 então entre os dias 6 e 7 até os dias 13 e 14. Peruíbe, Bertioga e região as melhores seriam as Luas de Quarto. De acordo com a região de pesca uma amplitude muito grande poderá provocar uma grande movimentação no fundo do canal sujando a água e, para pesca do Robalo, é fundamental que a água esteja translúcida, independente da sua cor e por falar em cor, as melhores seriam cor de coca-cola ou verde escuro. Para entendermos este fator Amplitude X Região veja o exemplo. Cananéia e região a amplitude ideal é de 0,40 m a 1,0 metro. Peruíbe, Bertioga e região a amplitude ideal é de aproximadamente 0,30 m a 0,60 m. E na sua região ??????? è Eis uma grande pergunta, se informe. A diferença está em que, a região de Cananéia está longe do mar, enquanto que, Peruíbe e Bertioga os rios desembocam diretamente no mar sofrendo assim rapidamente a ação da maré. ALTURA MÁXIMA DA MARÉ - Procure se informar qual é a Altura Máxima da Maré indicada para pesca do Robalo no local da sua escolha, por exemplo, no Litoral do Estado de São Paulo a maré máxima é aproximadamente 1,20 m, acima disso (até 1,60 m), a água começa a entrar no mangue levando com ela os Robalos. Amplitude de Maré é diferente de Altura Máxima da Maré. Cuidado ao pescar na vazante, geralmente quando a água retorna do mangue traz muita sujeira dificultando a visibilidade do peixe.

 

EIS AS DICAS DOS ROTEIROS DE PESCA SOBRE A PESCA DO ROBALO. No PESCA AMADORA BRASIL: "Sempre que sair para uma pescaria de robalo, consulte a tábua das marés (prefira a maré de quarto)e consiga informações sobre o local de pesca, presença de locas e galhadas. Os arremessos devem ser feitos sempre na direção de galhos, raízes e pedras." No GUIA PESCA E COMPANHIA (1996): "A pesca com isca viva de camarão e peixinhos, como os Paratis, é a que obtém mais sucesso. Podem ser arremessadas nas margens ou serem usadas na rodada, próximas do fundo. As iscas artificiais de plugs, tanto de superfície como de meia-água, jigs e shads são também bastante produtivas. estas devem ser trabalhadas junto aos troncos e galhadas nas margens".

 

PRESSÃO ATMOSFÉRICA - O Robalo é um peixe muito sensível, as linhas bem visíveis nas laterais em seu corpo estão diretamente ligadas ao seu sistema nervoso levando-o a perceber as mudanças em seu ambiente como: -Temperatura da Água, - Barulho e a famosa - PRESSÃO ATMOSFÉRICA, suas alterações ocorrem com a aproximação de uma frente fria, esta, pode ser sentida pelo peixe até com um ou dois dias de antecedência, em lojas que vendem Artigos de Pesca ou Equipamento Náuticos, você poderá adquirir o BARÔMETRO, equipamento para medir a Pressão Atmosférica, atualmente pode se encontrar modelos de relógios com este recurso. ROBALO X PRESSÃO ATMOSFÉRICA - 1.008 a 1.018 milibares é possível capturá-lo. - 1.014 a 1.016 milibares é a pressão ideal para capturá-lo na superfície. - Abaixo de 1.014 ou acima1.016 milibares já obriga o Pescador Esportivo a fazer uma opção por iscas de fundo ou meia-água pois, o peixe irá a procura de uma profundidade ideal e quando encontrar, poderá ficar ou não ativo, os maiores peixes sempre aguardarão o melhor momento para caça, por isso viveram tanto tempo. - Durante o dia a Pressão Atmosférica pode sofrer oscilações, o que ocorre nas Grandes Luas procure ficar atento ao comportamento do peixe, se está ou não atacando suas iscas, as oscilações constantes não são favoráveis para pesca. - Se uma frente fria entrar um ou dois dias antes da pesca provavelmente ela se estabilizará e os peixes se adaptarão a esta condição, embora, o ataque de grandes exemplares seja um tanto quanto raro, os menores continuarão ativos. Geralmente a pressão varia um ponto para cada metro de amplitude. - Quando o peixe estiver manhoso, negando-se a oferecer, seu show você pode tomar duas atitudes: - Usar iscas como: grubs, jigs, shads ou iscas de meia-água. - Ou mudar para um lugar mais raso.

Existem diferentes métodos de se pescar o robalo basta o pescador esportivo modificar e adaptar essas técnicas a seu gosto, ao seu material e o local em que for pescar.

Copyright ©2000-2004, by PESCARTE/SP, Brasil